terça-feira, 11 de agosto de 2009

Jonas e o Peixe


Aos cinco anos aprendeu na escola dominical que um grande peixe engoliu Jonas porque ele não queria fazer a vontade de Deus. Na segunda-feira, chegou à escola e falou para a professora:
- Tia, você sabia que um grande peixe engoliu Jonas?
Para encerrar logo a conversa, a professora virou para ela com ar sarcástico, sem paciência - afinal seu fim de semana tinha sido um caos - e disse:
- Querida, é impossível um peixe engolir um homem. Não há nenhuma explicação científica, lógica, real para que isso aconteça e blá, blá, blá, blá, blá, blá...
- Tá bom! Quando eu morrer pergunto ao Jonas se o peixe engoliu mesmo ele!
- Ah, é? E se Jonas estiver no inferno?
- Aí você pergunta!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Dia do Papai!!!

Um passarinho me acordou cedinho
Cantando lindo que nem rouxinol
E o céu sorrindo azul, azul, limpinho
Abriu caminho pra passar o sol

Um dia lindo com todas as cores
Um arco-íris garantiu que sai
E o bem-te-vi disse que viu as flores
Vindo enfeitar o dia do papai

Amigo velho eu queria falar
Meu velho amigo foi tão bom te encontrar.
Amigo velho eu te amo demais
Meu velho amigo todo dia é dos pais

Eu convidei o gato e o cachorro
Nem um amigo vai poder faltar
Super-herói, também Tarzan e o Zorro
E o pererê não vai poder mancar

Vai ter pelada e muita brincadeira
Toda alegria vem nos visitar
Queria tanto que esta festa inteira
Fosse um presente pra poder te dar.

Amigo velho eu queria falar
Meu velho amigo foi tão bom te encontrar.
Amigo velho eu te amo demais
Meu velho amigo todo dia é dos pais

Balão Mágico
Papai amo você
F.don Diego / A.araujo / Edgard Poças

Parabéns, pai!

Seu passado vive, presente,
Nas experiências, contidas,
Nesse coração, consciente,
Da beleza das coisas, da vida.
Seu sorriso franco, me anima
Seu conselho certo, me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo

Letra da música "Meu querido, meu velho, meu amigo"
Roberto Carlos e Erasmo Carlos

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Bola de Cristal e Varinha de Condão

“Ela estava feliz, sim. Mas estava feliz por dentro. Estava feliz porque tinha a clara e inconfundível sensação de que estava acontecendo o que desejava, e de que tudo estava acontecendo do jeito que tinha de acontecer. Do jeito certo de acontecer, mesmo que ela nem soubesse qual seria o jeito certo”.
Trecho de uma crônica publicada no blog da psicoterapeuta Dulcinéa Cassis.

Essa é a psicoterapeuta que tem me ajudado nos percalços da vida e que lança o seu primeiro livro de crônicas. Feliz e orgulhosa por você!!!

Bola de Cristal e Varinha de Condão
Para entender, transformar e amar
Dulcinéa Cassis
Data: 05/08/09
Horário: 19h
Local: Saraiva Mega Store - Shopping Pátio Brasil

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A difícil arte de engolir um comprimido

Não que fosse hipocondríaca, só não gostava de sentir dor. Até conhecia gente que era capaz de ficar um dia inteiro com dor de cabeça e se recusar a tomar um mísero remedinho. Nunca conseguiu entender tão grande resistência. Definitivamente, não era desse tipo de gente! A qualquer sinal de dor já providenciava um remedinho. Tinha até uma bolsinha, que carregava todos os dias, destinada para esse fim e chegava a receitar alguns para amigos, quando ela mesmo não tinha em seu estoque. E seguia repetindo que não era hipocondríaca, só não tinha problema em tomar remédio!

Um dia, como outro qualquer, teve uma dor de cabeça. Não era uma enxaqueca, apenas um incômodo. Ficou com medo que aquela dor tomasse proporções insuportáveis, pegou a bolsinha de remédio e selecionou um, dos mais fraquinhos porque se a dor aumentasse tomaria um específico para a enxaqueca. Afinal, tomar remédio não era um problema, mas a solução!

Pegou um copo d’água, colocou o comprimido na boca e engoliu. Mas alguma coisa saiu errado no processo, o comprimido ficou atravessado. Sentiu uma sensação de pânico e tomou mais uns três copos d’água. Respirou fundo e pensou que o acontecimento era somente um acidente, nada além disso.

Dias depois, começou a espirrar. Saiu do trabalho, passou na farmácia e comprou uns remedinhos extras. Em casa, foi logo se tratar. Ao engolir o comprimido, sentiu-o descendo atravessado novamente. O fato é que isso acontecia todas as vezes. Então começou a partir os comprimidos para conseguir engolor melhor. Uma crueldade! De repente, não queria mais engolir comprimidos. Da alegria à tortura. De tanto sofrer com isso, procurou um psiquiatra e começou a se tratar. Só que com comprimidos diários...
Vida, idéias, emoções, casa, trabalho...
É tempo de organização!!!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Cadê o Paulo Henrique? Foi a pergunta que o meu primo me fez na entrada do cinema na estréia do filme do Harry Potter. Talvez fosse a explicação mais convincente para ele e que, quem sabe, pudesse explicar eu ter comprado o ingresso no início da semana pela internet, enfrentar um trânsito infernal e estar no meio de uma fila gigantesca. Mas a resposta que ele ouviu foi que, na verdade, eu estava com meu marido e com uma amiga. Eu estava mesmo era querendo ver o desenrolar da trama, que aprendi a gostar...

O interesse pelo bruxinho não vem de anos, vem mesmo deste ano. Num fim de semana desses sem muito que fazer (por incrível que pareça, acontece!) eu e o Rodrigo resolvemos alugar alguns filmes. Ele me sugeriu uma “imersão - Harry Potter”. Topei por curiosidade, mas não coloquei muita esperança de que veríamos todos os filmes. E além de ver todinhos, não é que comecei a gostar do bruxinho?!

O filme, como todos os outros, é muito bom com a ressalva de não ter final (?!). Fiquei frustrada e apesar das duas horas sentada numa cadeira de cinema, passaria mais duas facilmente para ver como a história acabaria. Mas fiquei sabendo, na saída do cinema pelo meu primo, que tem mais outros dois filmes pela frente. Tudo bem, a farra foi divertida e adorei as companhias. Agora é esperar para repetir a dose!