quinta-feira, 28 de maio de 2009

Nada do que foi será...

Aos vinte e poucos anos, quando lucubrava a hipótese de ter filhos sabia exatamente como seriam e como iria educá-los. Falariam corretamente – sem nhém, nhém, nhém, brincariam apenas com brinquedos pedagógicos, nada de lutas e batalhas na televisão, muito menos Xuxas, Elianes e afins.

Aos trinta, a constatação da realidade: fui vencida por crianças de três anos de idade. O meu filho não queria mais brincar com os brinquedinhos dele (lego, quebra-cabeça, joguinhos, carrinhos), só com os brinquedos dos amiguinhos da escola. E começou a me contar que os coleguinhas não emprestavam seus brinquedos e que não gostava dos amigos.

Como esse era um assunto constante para ele, resolvi bater um papo com a professora para saber o que estava acontecendo. Logo ao chegar na escola, dei de cara com um coleguinha de sala com a máscara do Batman. Achei um horror e que não era coisa para a idade dele, mas voltei a me focar na questão que me levara até ali!

Da conversa com a professora, descobri que todos outros coleguinhas levavam para a escola brinquedos nem um pouco pedagógicos: bonecos de luta, monstros, máscaras, relógios de personagens de desenho do Cartoon, não do Discovery Kids! Surtei!!! Imagina se iria permitir que isso acontecesse com o Paulo Henrique?! Saí da escola contrariada...

Então, depois de me debater, puxar meus cabelos, falar sem parar sobre o assunto, polemizar com a família, fazer terapia em grupo, fui para o shopping e comprei relógio e bonecos do Ben 10, Bonecos do Max Stell, Transformers, Power Rangers e claro, quebra-cabeça!

Tive que me render os pequenos para que o meu filho não ficasse excluído das brincadeiras. E não é que já surtiu efeito?! A conversa do Paulo Henrique agora é que os coleguinhas emprestam seus brinquedos para ele e que também pedem emprestado. O pequenino foi reintroduzido ao grupo. O que não poderia imaginar era que o consumismo começaria tão cedo para o meu filhote e de uma forma assim: na pressão! Onde estão os pais dos brinquedos pedagógicos? Nem eu mesma sei mais...

terça-feira, 26 de maio de 2009

Parabéns!!!

A mobilização foi intensa. De duas, uma: ou pensaram que eu deixaria passar em branco, ou resolveram fazer uma simpática surpresa. Tudo bem, não tenho sido a pessoa mais animada do mundo, mas até que ando me esforçando! Então, fico com a segunda opção!!!

As avós do Thiago preparam tudo para comemorar o aniversário de um aninho. E tudo esteve ótimo. Colorido, animado, gostoso, como eles próprios...











Diversão pura para o irmão mais velho, que ensaioud mostrar as maravilhas das guloseimas para o pequenino!!! E do papai também!










E da avó postiça (é que ela é a minha segunda mãe) não poderia deixar de dar o ar da graça, e que graça...
Titios corujas reunidos num dengo só!

E a Tia Jú, que é show!!!

E claro, o padrinho que na ocasião também representou a madrinha, que está longe mas logo, logo estará pertinho, pertinho...

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Um aninho!!!!

Hoje é um dia daqueles que se tornou especial e feliz para muitas pessoas! É o aniversário de um aninho do Thiago, essa pessoinha tão especial que veio para alegrar e abrilhantar, ainda mais, as nossas vidas! Te amamos pequenino!!!!

E aqui, um pouquinho da história do Thiago!!!
É mais ou menos assim...


Equívoco!

Outro dia recebi um e-mail com um poema, 'Mude', que amei logo de cara. Gostei tanto e tinha tanta relação com o que estava pensando que acabei publicando. A simplicidade das palavras, a motivação que me causou... O poema é lindíssimo!

Mas somente agora soube da polêmica em que está envolvido. É que pessoas estão repassando o poema por e-mail como sendo de autoria do Paulo Coelho, Clarice Lispector (como fiz!) e Cecília Meireles. No entanto, o autor é Edson Marques, escritor e empresário. E só fiquei sabendo porque o próprio autor postou um simpático comentário! Equívoco resolvido...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Entrega a domicílio

Como tantas outras vezes, fui para casa almoçar, ver os meninos e descansar um pouco porque estou com uma enxaqueca monstruosa. A televisão estava ligada e parei para assistir o DFTV, coisa que nunca faço. Mas fiquei tão, mas tão, indignada com a matéria que assisti, que nem consegui descansar.

O DFTV havia feito uma matéria, acho que ontem, denunciando a falta de medicamento fornecido pela rede pública e mostrou o caso de um garoto, Mateus, que tem insuficiência no fígado e que precisa tomar, diariamente, um medicamento. A mãe da criança, Simone, uma dona de casa, obteve por medida judicial o fornecimento do remédio pelo Governo. Mas ela, simplesmente não conseguia e evidenciou o seu desespero no Jornal.

Hoje o absurdo total! A matéria que assisti mostrou o digníssimo Secretario de Saúde do GDF chegando à casa da Simone, em um carro luxuoso nas ruas de barro da periferia, para entregar seis caixas do remédio para Matheus, que corresponde a um mês de tratamento. Uau!!! Quer dizer que o governo instalou um delivery, que o entregador é o secretário e o motorista de carro, o motoqueiro? Ou seria somente uma afronta à decência, inteligência e bom senso da população?

Podemos, então, aguardar que o esse serviço vip de delivery passe em todas as casas das pessoas que estão esperando, sabe-se lá há quanto tempo, os medicamentos da rede pública? Ou vamos esperar que o Papai Noel da Saúde resolva o problema de tantos Mateus? Ou ainda que as pessoas saiam das filas das farmácias de hospitais públicos e passem para a fila de denúncia no jornal local? Lamentável e quase sem solução!

Link da matéria:
http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1164210-10039,00-ALIVIO+PARA+MATEUS+E+SIMONE.html

quinta-feira, 21 de maio de 2009

É tão lindo!
Não precisa mudar
É tão lindo!
É tão bom se gostar
E eu adoro!
Amo muito!!!!

Somos muito bons no que fazemos! Disso, tenho certeza...

Turma reuniada, no Restaurante Mangai, em comemoração aos sete anos da Agência Sebrae de Notícias


Passamos por várias fases juntos e amadurecemos ao longo de quase dez anos de convivência. Comemoramos as vitórias, choramos as tristezas, perdas, discutimos os problemas, rimos e até gargalhamos, aconselhamos, festejamos e, claro, trabalhamos e como trabalhamos. Uma grande família, no melhor estilo amor e ódio, mas uma família.